FACADA – Nadir

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Três palavras definem bem Nadir: brutalidade, desespero e sarcasmo. O conteúdo contido aqui não é indicado para aqueles que não suportam se defrontar com a podridão do mundo, pois as letras falam sobre alienação, falsidade religiosa, individualismo, misantropia, extinção humana etc. A gravação é de ótima qualidade, tendo parte dela sido realizada no Limbo Estúdio e parte no Big Snuff Studio na Alemanha. O time composto por James (baixo e vocal), Danyel (guitarra), Ari (guitarra) e Dangelo (bateria) tratou de arregaçar as mangas e detonar tudo. Numa paulada só os caras já entram sem pedir licença com Deus de carne, O fim do homem e Cidade morta. Para empatar a coisa entra em cena a asfixiante Altar de sangue, retrato da dor e desesperança brasileira e que conta com a participação de Jão (RATOS DE PORÃO), seguida pela ultrassônica faixa titulo e Tudo está desmoronando. A facada final por conta de Preguiça de interagir, Espero antes de morrer e Perverso sem remorso. O encarte também se destaca, sendo que os seus tons de cinza com as letras escritas como se o tivessem sido feitas manualmente e alguns desenhos em estilo solto são um pano de fundo ideal para toda essa náusea em forma de Grindcore. Para ouvir no talo! Nota: 9,0

 Por Écio Souza Diniz

Faixas: 1-Intro / 2-Deus de carne / 3-O fim do homem / 4-Cidade morta / 5-E-diota / 6-Amanhã vai ser pior / 7-Josefel Zanatas / 8-Altar de Sangue / 9-Nadir / 10-Tudo está desmoronando / 11-Raiva não falece / 12-O tempo será teu humilhador / 13-Eu não pertenço a este mundo / 14-Corumbá hippie do inferno / 15-Ode á gente / 16-Preguiça de interagir / 17-Espero antes de morrer / 18-Perverso sem remorso / 19-Inveja / 20-Guarda esse mantra pra ti

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